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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Resumo: O DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL


AMAZÔNIA LEGAL E O DESMATAMENTO.

Desmatamento na Amazônia Legal, artigo de Anderson Costa

Publicado em março 4, 2015 

[EcoDebate] O desmatamento da Cobertura Florestal é um dos principais problemas ambientais na Amazônia Legal. Este desflorestamento, causa extinção de espécies vegetais e animais, trazendo danos irreparáveis para o ecossistema amazônico. Esta derrubada está associada a degradação provocada pelo corte ilegal de árvores, destinadas ao comércio ilegal de madeira, queimadas ilegais para abertura de pastagens para o gado ou áreas agrícolas (principalmente para a cultura de soja) e em virtude ao assentamento humano em função do crescimento populacional na região.
Figura 1. Distribuição dos noves Estados que compõem a Amazônia Legal inseridos no Bioma Amazônia.
       Uma das principais consequências desta devastação, é a extinção de espécies vegetais e animais, desequilíbrio no ecossistema da região, aumento da poluição do ar nos casos de queimadas e aumento de casos de erosão do solo.
Entretanto, o Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE, através do projeto PRODES, realiza o monitoramento por Satélite do desmatamento na Amazônia Legal e produz, desde 1988, as taxas anuais de desmatamento na região, que são usadas pelo governo brasileiro para o estabelecimento de políticas públicas.
Nos últimos anos é visível a queda do Desmatamento na Amazônia Oriental. Desde de 2009, a Amazônia Legal registrou uma queda significante do incremento do desmatamento.
Amazônia Legal
Incremento de Desmatamento (km²)
2009
2010
2011
2012
2013
20141
7464
7000
6418
4571
5891
4848
Estimativa ainda não consolidada.
Vale ressaltar, que algumas ações diminuíram o incentivo do desmatamento na Amazônia Legal, tais como:
– Criação de novas Áreas Protegidas na Amazônia, incluindo Reservas Indígenas e Unidades de Uso Sustentável, associado ao Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal;
– Moratórias Voluntárias adotadas para a indústria da soja, que a partir de 2006 se comprometeu a não comprar grãos produzidos em terras desmatadas da Amazônia, e pelo setor de carne bovina, que seguiu o exemplo de 2009 em diante;
Figura 2. Histórico dos últimos anos do Desmatamento na Amazônia Legal.
– A criação da Portaria 28, do Ministério do Meio Ambiente, que estabeleceu 36 municípios classificados como prioritários para ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento ilegal. A partir de então, os estabelecimentos rurais nos municípios prioritários ficaram sujeitos ao monitoramento mais rigoroso de suas atividades irregulares e à necessidade de requerimentos para registro e licenciamento mais rigorosos;
– Atuação do Ministério Público, com ações judiciais que reforçaram a aplicação das leis e a ajuda de sistemas avançados de mapeamento e monitoramento;
– Disponibilidade das imagens de Satélites, que incentivaram ONGs a criarem seu próprio Sistema de monitoramento do Desmatamento, gerando relatório mensais do desmatamento e;
– Outras.
Podemos destacar que o estado do Pará, vem contribuindo com o desmatamento total nos últimos anos, inclusive na última estimativa de 2014. Onde apontou que aproximadamente o estado contribuiu com 38% do desmatamento.
Ainda precisamos identificar a contribuição de cada ação, uma vez que o nível de detalhamento do nosso conjunto de dados não permite a avaliação do impacto de medidas individuais. Pesquisas adicionais permitirão a identificação dos mecanismos e das políticas específicas mais efetivas no combate ao desmatamento.
Anderson Costa, Engenheiro Florestal (UFRA), Especialista em Estatística Aplicada (UFPA) e Msc. Ciências e Meio Ambiente (UFPA).
Publicado no Portal EcoDebate, 04/03/2015

AUMENTO DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA, 16% ENTRE 08/14 ATÉ 07/15.

Alta no desmatamento ameaça credibilidade de proposta do Brasil contra efeito estufa?

O Brasil chega ao encontro que pretende definir um plano de ação para resguardar o futuro climático do mundo, a COP21, em Paris, como uma proposta considerada forte por analistas, mas sob o impacto de um fracasso em sua principal aposta para reduzir o aquecimento global, a queda do desmatamento na Amazônia.
gráfico : EcoDebate.
A reportagem é de Rafael Barifouse, publicada por BBC Brasil
Três dias antes do início da COP21, a 21ª Conferência das Partes da Convenção -- Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, o Ministério do Meio Ambiente anunciou um aumento de 16% no desmatamento dos Estados da Amazônia entre agosto de 2014 e julho de 2015. A área de florestas suprimidas, de 5800 km², equivale a cinco cidades do tamanho de São Paulo.
O anúncio reverte a tendência de queda; entre 2001 e 2012, a taxa anual de desmatamento foi reduzida em 70% na Amazônia brasileira e em 40% no Brasil como um todo.
A principal estratégia do Brasil para diminuir sua emissão de gases de efeito estufa é a redução do desmatamento. O plano que o Brasil apresentará na convenção inclui as metas de cortar emissões de gás causadores do efeito estufa em 43% até 2030 -- na comparação com 2005 -- e zerar o desmatamento na Amazônia até 2030.
Coração da proposta
A entidade de defesa do meio ambiente Greenpeace vê a notícia do aumento do desmatamento como um fator que pode por em dúvida as propostas que o governo brasileiro leva para a reunião.
"O aumento do desmatamento impacta a imagem do país, porque toda nossa estratégia de redução de emissões e propostas para as metas de 2030 estão baseadas na diminuição da derrubada de florestas", afirma Marcio Astrini, coordenador de políticas públicas do Greenpeace no Brasil.
"O Brasil vem dizendo que isso está sob controle e que tem cada vez mais mecanismos para gerenciar e diminuir o desmatamento. Então, este aumento atinge em cheio o coração da proposta brasileira."
O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, disse, no entanto, que os novos dados sobre desmatamento não afetam o discurso do país na Cop.
"Os dados globais são muito favoráveis para o Brasil. Isso não afeta", afirmou ele em Paris.
De 2004 a 2014, houve uma queda de 82% na taxa de desmatamento na Amazônia, de acordo com o governo.
Carlos Eduardo Young, pesquisador sobre biodiversidade e recursos naturais e culturais do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento, também não vê ameaça à posição do Brasil da conferência pelos avanços do país no desmatamento no médio prazo.
"Não acho que o aumento no último do desmatamento fragiliza o Brasil na COP21, porque, se olharmos a curva ao longo do tempo, tivemos uma forte tendência de queda entre 2005 e 2010 e, agora, está estabilizada e não retornou ao patamares anteriores, o que significa que ao menos estancamos o problema", afirma.
Prioridades
Astrini, do Greenpeace, ressalta que os objetivos elaborados pelo governo federal para a COP-21 têm entre seus méritos metas concretas e a sugestão de que elas sejam revistos a cada cinco anos. Mas critica a "falta de ousadia" nessas metas.
"Hoje, o Brasil emite 1,5 bilhões de toneladas de carbono e sugere chegar a 1,3 bilhões em 15 anos. É muito pouco. Seria bem mais razoável reduzir para 1 bilhão", afirma Astrini.
"Ao dizer que vai acabar com o desmatamento ilegal até 2030, o Brasil sinaliza que vamos conviver com isso até lá. Isso passa um recado de que acabar com este problema não é uma prioridade."
Para o especialista, no entanto, o Brasil pode ter um papel de peso para ajudar a avançar propostas de ações globais contra o aquecimento por ter um corpo diplomático habilidoso formado por bons negociadores, opinião compartilhada por Rodrigo Medeiros, vice-presidente da ONG Conservação Internacional no Brasil.
"O Brasil não chega fragilizado, porque a diplomacia brasileira tem atuado de uma forma muito boa nos últimos 20 anos e isso ajuda na hora de sentar na mesa de negociações e debater propostas", afirma Medeiros.
"Também contribui o fato de o país chegar à conferência com propostas melhores do que de outros países, como ChinaEstados Unidos, que poderiam fazer mais do que já sugeriram até o momento."
Para ele, porém, o aumento do desmatamento - assim como outros desastres ambientais recentes, como a queimada na Chapada Diamantina e o rompimento de barragens em Mariana (MG) - mancham a imagem do país, apesar de não comprometê-la.
"É inegável o avanço que o país teve nos últimos 20 anos ao criar um sistema de monitoramento da Amazônia legal, que permitiu atingirmos o patamar de hoje. O que precisamos fazer é expandir isso para outros biomas, como o cerrado, onde hoje o desmatamento é mais intenso que na Amazônia."
Já Young, do INCT, acha que o Brasil perde peso ao concentrar suas propostas no combate ao desmatamento.
"O que fragiliza o Brasil é o aumento de emissões em todas as outras áreas, principalmente no setor de energia. Não podemos ter uma estratégia de redução de emissões só baseada na queda do desmatamento. Os números mostram que ela parou de funcionar, e não há outra para colocar no lugar."
Falta de comprometimento
Além do aumento no desmatamento, o Brasil chega à COP combalido por duas tragédias ambientais: o rompimento de barragens em Mariana e uma queimada gigantesca na Chapada Diamantina, na Bahia.
No início de novembro, o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco - controlada pela Vale a pela anglo-australiana BHP Billiton - em Mariana, em Minas Gerais, liberou cerca de 62 milhões de metros cúbicos de lama e rejeitos que se espalharam pela região, percorrendo o rio Doce até chegar à sua foz no litoral do Espírito Santo.
Ao mesmo tempo, na Bahia, focos de incêndios consumiram mais de 30 mil hectares da Chapada Diamantina por um mês e só foram apagados com as chuvas que caíram no último fim da semana.
O governo, no entanto, acredita que os dois casos não arranham a imagem do Brasil em Paris.
"Não vamos confundir as situações. Mariana foi um acidente trágico, mas não tem qualquer relação com o clima", afirmou o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho, subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty e negociador-chefe do Brasil em Paris, em entrevista coletiva realizada na última quinta-feira em Brasília.
"Uma COP21 de sucesso é termos um acordo robusto, justo equilibrado e ambicioso. Esse é o nosso objetivo."
Metas contra o aquecimento
Até 11 de dezembro, serão discutidas em Paris as mudanças no clima do planeta e propostas para reduzir emissões de gases causadores do efeito estufa para desta forma combater o aquecimento global.
Participam delegações de 195 países, e mais de 130 chefes de Estado e de governo confirmaram presença. A reunião ocorrerá sob forte esquema de segurança, apenas duas semanas após os atentados que deixaram 130 vítimas na capital francesa.
O principal objetivo do encontro é fazer com que todos os países se comprometam com metas para reduzir o aquecimento global. Cada país irá apresentar seu projeto para isso - até agora, não se chegou ao índice desejado de limitar o aumento da temperatura a 2ºC em relação à era pré-Revolução Industrial, mas negociadores dizem que este índice poderá ser atingido em revisões futuras das metas.
Há um impasse, porém, quanto à obrigatoriedade de cumprimento das metas: alguns países, como os europeus, defendem um acordo "juridicamente vinculante" - ou seja, obrigatório por lei -, mas os Estados Unidos se opõem, porque isso teria de ser aprovado pelo Congresso do país, que já barrou diversos acordos internacionais.
Acredita-se, porém, que haja mais chances de se chegar a um acordo agora - em 2009, a conferência de Copenhague fracassou no objetivo de traçar um rumo comum para os países após 2020, quando chega ao fim o acordo do Protocolo de Kyoto.
Um dos motivos é que, segundo analistas, as consequências das mudanças climáticas estão mais claras neste momento
Fonte : Instituto Humanitas Unisinos

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Exercícios:Tempo, clima, elementos do clima e fatores climáticos

1ª) Muitas vezes, há confusões entre  conceito de tempo atmosférico e o de clima. Apesar de relacionarem, esses conceitos não são sinônimos.

Ø  O que diferencia o tempo atmosférico do clima?

Tempo- é o estado momentâneo da atmosfera de um determinado lugar.Clima- é o estado duradouro da atmosfera de um determinado lugar. A principal diferença entre os dois conceitos: o clima não costuma mudar (em um período de 35 anos), pois é uma sucessão de estados do tempo, enquanto o tempo muda constantemente durante o dia. 

2ª) Para identificar o clima de um município, estado, região, ou país, é necessária a observação do tempo atmosférico durante um longo período.

Ø  Que elementos da atmosfera devem ser observados para identificar um clima?
  Ventos; pressão atmosférica; chuvas (precipitações), temperatura, umidade do ar.


3ª) As massas de ar são gigantescas bolhas de ar que circulam pela atmosfera, influenciando o clima por onde passam.

a) Quais são as duas principais massas de ar que mais influenciam os climas do Brasil?
massa Equatorial Continental e massa Tropical Atlântica

b) De que maneira podem ser as massas de ar? Quais os tipos de massas de ar?
Quentes e secas; Quentes e úmidas; frias e secas; frias e úmidas.

4ª) Para entender por que existem diferenças e semelhanças entre os climas de diversos lugares da terra, você deve conhecer os fatores climáticos, que interferem na dinâmica dos climas.

Ø  Quais são os principais fatores do clima?
Os fatores que interferem no clima são : latitude, altitude, continentalidade, maririmidade e as correntes marítimas. 


5ª) De que maneira a latitude interfere na temperatura de um lugar?
Quanto maior a latitude, menor a temperatura; quanto menor a latitude, maior será a temperatura. 

6ª) De que maneira a altitude interfere na temperatura de um lugar?
Quanto maior a altitude de um lugar, menor será a temperatura

7ª) Que tipo de clima predomina no município onde você vive? Que fatores influenciam esse tipo de clima?
O Clima de São joão da Canabrava _ PI é o tropical semiárido. os fatores que influenciam no clima do sertão do Piauí são: a latitude e a continentalidade

8ª) Nesse tipo de clima a temperatura média anual é superior a 25°C. As chuvas são abundantes e bem distribuídas durante o ano todo. Portanto, é um tipo de clima quente e chuvoso.

a) clima equatorial
b) clima temperado
c) clima polar
d) clima semiárido
e) clima subtropical

9ª)Nesse tipo de clima as temperaturas são elevadas, com temperaturas superiores a 26°C. As chuvas são escassas e irregulares, havendo longos períodos de seca. Portanto, é um clima quente e seco.

a) clima equatorial
b) clima temperado
c) clima polar
d) clima semiárido
e) clima subtropical

10ª) É o único tipo de clima no planeta que apresenta as quatro estações do ano bem definidas. As chuvas, embora não abundantes, são bem distribuídas durante o ano todo. As temperaturas estão sempre abaixo dos 18°C.

a) clima equatorial
b) clima temperado
c) clima polar
d) clima semiárido
e) clima tropical

11. Tipo de Clima muito quente durante o dia, com média de 30°C, e noites com temperaturas frias,. As chuvas são raras, quase não existem e podem demorar anos para acontecer:
a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

12.
 Tipo de Clima com frio extremo, com temperaturas sempre abaixo de 0°C, com umidade do ar muito alta em face da constante presença de neve o ano todo:
a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

13. Tipo de  
Clima quente e chuvoso durante o ano todo. Ocorre na Amazônia ,  na África:
 a- Desértico:
b- Temperado:
c- Polar:
d- Equatorial

14. Ventos que mudam de direção em determinados períodos do ano. No verão, os ventos sopram do mar para a terra levando grande quantidade de chuvas; No inverno, os ventos sopram da terra para o mar. Ocorre na China e na índia Como são conhecidos esses ventos?
a- tornados
b- minuano
c- brisas
d- monções

15. Marque a alternativa com o tipo de vento mais violento da atmosfera:
a- tornado
b- ciclone
c- brisa
d- tufão

16.  Qual a ciência se preocupa em estudar os fenômenos que ocorrem na atmosfera?
metereologia

17. As pessoas geralmente utilizam as palavras “clima” e “tempo” como sinônimas, ou seja, acham que são iguais, porém tais empregos ocorrem de forma incorreta, pois cada palavra representa um significado distinto, ou seja, são diferentes, portanto, aponte a principal diferença entre: TEMPO e CLIMA.

A principal diferença entre os dois conceitos: o clima não costuma mudar (em um período de 35 anos), pois é uma sucessão de estados do tempo, enquanto o tempo muda constantemente durante o dia.

18. Aponte os ventos mais violentos da atmosfera.

tufão, ciclone e tornado


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Resumo: o que são hotspots

HOTSPOTS

Os hotspots são áreas localizadas em diversas regiões do mundo que apresentam alo grau de biodiversidade e que estão sendo (ou podem ser) destruídas.
O conceito de hotspot foi criado em 1988 pelo inglês Norman Myers, que pesquisou as áreas prioritárias para a preservação da biodiversidade. Em 2005 a organização não governamental Conservação Internacional atualizou  a análise dos hotspots e identificou 34 áreas no mundo. o Brasil tem dois biomas classificados como hotspot: O Cerrado, indicado no mapa como o número 6, e a Mata Atlântica, indicada no mapa com o número 4.
Observe o mapa com a localização dos hotspots e identificação de alguns deles:

Fonte RAMA, Ângela. Jornadas geo – Geografia 6° ano / Ângela Rama, Marcelo Moraes Paula. - - 2. Ed. – São Paulo : Saraiva, 2012.






quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Exercícios: as grandes formações vegetais da terra

1) A presença de um estrato arbóreo-arbustivo e outro herbáceo, as folhas coriáceas e peludas e em algumas espécies semidecíduas e os troncos tortuosos caracterizam:
a) as florestas latifoliadas.
b) as pradarias.
c) a tundra.
d) as florestas de coníferas.
e) as savanas.

2) Leia com atenção o texto a seguir.

"É uma formação vegetal característica das áreas em torno do paralelo 40°, ocorrendo em áreas de clima com quatro estações bem definidas. As espécies apresentam alto porte e são de folhas decíduas". As folhas caem no período do outono, ganhando um tom alaranjado ou avermelhado.

                                   O texto se refere a:
a) coníferas.
b) florestas temperadas.
c) tundra.
d) florestas pluviais.
e) taiga.

3) Esta floresta é encontrada sobretudo no hemisfério Norte e se caracteriza pela homogeneidade das poucas espécies ali existentes. As coníferas (árvores em formato de cone) e pinheiros dominam a paisagem, submetida a invernos longos e rigorosos.
                 A floresta descrita no texto é encontrada principalmente

a) nos países escandinavos, Rússia e Canadá.
b) nos países escandinavos, Estados Unidos e China.
c) no Canadá, China e Irlanda do Norte.
d) nos Estados Unidos, Rússia e Noruega.
e) na Irlanda do Norte, Noruega e China.

4) O extremo norte do Canadá, da Escandinávia e da Rússia é ocupado:

a) por cadeias montanhosas recentes.

b) por florestas de coníferas.
c) por planaltos sedimentares recentes.
d) pela tundra.
e) pelas pradarias.

5) A formação vegetal representada na figura a seguir corresponde à:
(imagem abaixo)



a) Floresta Tropical úmida, típica das baixas latitudes, com predomínio de abetos, pinheiros, e a presença de arbustos e manchas de campo.

b) Tundra, encontrada em áreas de clima frio, como no Canadá, sul da Groenlândia, Noruega, Suécia, Finlândia e Sibéria.
c) Taiga, associada aos climas das altas latitudes, também conhecida como Floresta Boreal ou de Coníferas, que apresentam folhas finas, em forma de agulhas.
d) Tundra, geralmente associada aos climas das altas latitudes, com predominância de massas polares e grandes turbulências atmosféricas.
e) Taiga, um dos biomas menos explorados da Terra para a produção de energia, cuja preservação é também explicada pela rara ocorrência de incêndios, em áreas de clima frio.

6) Na África, encontramos diversos tipos de vegetação, adaptadas às variações climáticas, mas o tipo de vegetação mais característico desse continente, que abrange 40% de sua área e que chegou até mesmo a ser divulgado por meio de filmes e de histórias em quadrinhos de conteúdo colonialista, como Tarzan e Fantasma, é a:

a) Floresta equatorial

b) Estepe
c) Savana
d) Vegetação desértica
e) Vegetação mediterrânea

7) Nas regiões de altas latitudes e próximas ao Círculo Polar Ártico, os horizontes superficiais do solo permanecem gelados. É comum, durante poucos meses do ano, a ocorrência de um tipo de vegetação de pequeno porte e que é constituído, basicamente, por musgos e liquens. Assinale a alternativa que contém essa vegetação.

a) Estepe

b) Araucárias
c) Tundra
d) Campos cerrados

8) “Se você cruzasse, a pé, o Alasca e o Canadá, a Escandinávia e a Sibéria, estaria sempre na mesma floresta’, diz o ativista Dom Sullivan.” Esta Floresta descrita, que representa 1/3 das matas existentes na terra e está representa:

a) A floresta Galeria 
b) A floresta Tropical 
c) A floresta Temperada
d) A floresta Amazônica
e) A floresta Boreal ou taiga


9) A paisagem é marcada pela presença de vegetação rasteira, com liquens e musgos, e animais adaptados a temperaturas extremamente frias, como a rena e o urso polar. Os verões são frios e curtos, mas os dias de verão são longos. Nessa estação, a vegetação cresce, floresce e frutifica rapidamente.
O bioma a que se refere o texto acima é constituído de:


a) campos temperados

b) tundras
c) taigas
d) estepes
e) florestas de coníferas

10) Marque a alternativa que indica corretamente o bioma terrestre de que trata o texto abaixo. Sua área recebe pouca energia solar e baixa precipitação pluviométrica. Possui um verão curto, período em que apenas a camada superior do solo sofre degelo. 


a) Floresta de coníferas.
b) Floresta temperada.
c) Tundra
d) Savanas

e) Floresta subtropical