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terça-feira, 29 de março de 2016

exercícios: Aquecimento Global e Desflorestamento


1- Com base no gráfico que retrata a variação da temperatura global média e nos seus conhecimentos sobre o assunto, marque a alternativa correta: 
 
a) A queda de, aproximadamente, 0,2ºC na temperatura média global entre 1880 e 1910 é decorrente da utilização de mão de obra nas indústrias, acarretando a diminuição da emissão de poluentes na atmosfera.

b) Entre 1880 e 1910, houve o aumento de, aproximadamente, 0,4ºC, o que pode levar à modificação do clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais.
c) Entre 1940 e 1970, o aumento da temperatura média global pouco oscilou, devido ao aumento das áreas de reflorestamento em grande parte dos países do globo.
d) A maior parte das consequências do aquecimento global está relacionada ao uso de combustíveis fósseis nas atividades exercidas pelos seres humanos.
e) Entre 1970 e 2009, houve o aumento de, aproximadamente, 0,6ºC da temperatura média global, que pode estar relacionado às maiores emissões de CO2 e outros gases poluentes na atmosfera neste período.

2- Leia o texto a seguir:
Derretimento das calotas polares ocorre em ritmo acelerado
As calotas polares (gelo acumulado em cima da terra firme) estão derretendo num ritmo cada vez mais acelerado. É o que mostra o mais atual e completo levantamento realizado a partir de observações de satélites, publicado nesta sexta-feira na revista científica Science. De acordo com o estudo, o derretimento anual de 4.260 bilhões de toneladas de gelo na Antártida e na Groenlândia, em um período de quase 20 anos, aumentou em 11 milímetros o nível do mar — o equivalente a um quinto do aumento observado no período.
No levantamento, Andrew Shepherd, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, em parceria com uma equipe de 47 pesquisadores de 26 laboratórios internacionais, concluiu que entre 1992 e 2011 as calotas polares da Antártida e da Groenlândia perderam 1.320 e 2.940 bilhões de toneladas de massa de gelo por ano, respectivamente. Esse derretimento seria responsável por parte do aumento do nível do mar. “O restante do aumento é causado pelo próprio aquecimento das águas, numa reação conhecida por expansão térmica”, diz Paulo Polito, professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, em entrevista ao site de VEJA. (...)

Com base no texto e nos seus conhecimentos sobre o assunto, marque a alternativa correta:
a) O conteúdo do texto está relacionado ao aquecimento global, fenômeno caracterizado pelo aumento da temperatura média do planeta ocasionado, entre outros fatores, pela utilização de combustíveis fósseis, pelo consumismo que está atrelado à maior utilização de matérias-primas, entre outros.
b) A expansão térmica ocasionada pelo aquecimento da água está relacionada ao deslocamento de correntes marítimas quentes que chegam a elevar a temperatura da água em, aproximadamente, 5ºC.
c) Segundo o texto, a Groenlândia perdeu mais massa de gelo do que o continente antártico entre 1992 e 2011, o que pode ser explicado pela proximidade dessa região com países de elevada concentração populacional como Estados Unidos, Canadá, Federação Russa, Inglaterra, entre outros.
d) Ainda que o aumento do nível dos oceanos seja pequeno – em torno de 11 mm –, mais cedo ou mais tarde podem ocorrer inundações em regiões costeiras, invadindo grandes cidades portuárias como Rio de Janeiro, Amsterdã, Nova York, entre outras.
e) Um lado positivo desse processo é que a água do derretimento das calotas polares pode ser utilizada para suprir a carência desse recurso em muitos países do globo, principalmente no continente africano.

3- Observe o mapa da Mata Atlântica, que retrata sua área original e seus remanescentes. Com base nos seus conhecimentos sobre o assunto, preencha as lacunas e, em seguida, marque a alternativa correta:
 
É um dos estados brasileiros que apresentava em sua totalidade a área original de Mata Atlântica:________________.
Estado nordestino que não apresenta área original dessa vegetação:_________.
Na Região __________________ está a maior concentração de remanescentes florestais de Mata Atlântica.
A monocultura de _______________________ foi uma das atividades econômicas responsáveis pela derrubada dessa floresta.
Completam corretamente as lacunas acima:
a) Paraná, Maranhão, Sul, trigo.
b) Paraná, Tocantins, Sudeste, cana-de-açúcar.
c) Santa Catarina, Maranhão, Sul, cana-de-açúcar.
d) Paraná, Tocantins, Sudeste, cana-de-açúcar.
e) Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Sul, milho.

4- Com relação às causas e às consequências do aquecimento global, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(   ) Entre as causas associadas ao aquecimento global, podemos citar o uso de combustíveis fósseis, as queimadas e a redução das áreas florestais.
(   ) O aumento da ocorrência de tornados, furacões e tempestades violentas não se relaciona ao aquecimento global, pois são eventos climáticos que ocorrem naturalmente em todo o planeta.
(   ) As grandes áreas de reflorestamento podem amenizar o aquecimento global visto que ocorre o aumento da precipitação em nível mundial.
(    ) Uma das consequências do aquecimento global é a distribuição de doenças tropicais, que podem migrar para regiões de clima temperado.
(    ) O aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média do planeta ao longo dos tempos devido à intensificação do efeito estufa.
A sequência correta é:
a) V, F, F, V, V
b) V, V, F, V, V
c) F, V, V, F, F
d) V, F, V, F, V
e) F, F, F, V, V

Resumo: MUDANÇAS NO EIXO TERRESTRE E NO CLIMA.


Mudanças nos eixos terrestres e climas, artigo de Roberto Naime




[EcoDebate] A geóloga Lorraine Lisiecki da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, descobriu um padrão que associa as mudanças regulares do ciclo orbital da Terra com as alterações no clima da Terra, analisando dos últimos 1,2 milhão de anos.
Lisiecki realizou sua análise climática examinando sedimentos do oceano. Os núcleos analisados vieram de 57 localidades ao redor do mundo [Lisiecki & Raymo, 2005]. Através da análise de sedimentos, os cientistas podem traçar o passado do clima da Terra, há milhões de anos. Agora, a contribuição de Lisiecki foi estabelecer o vínculo entre o registro do clima com a história da órbita terrestre.
Sabe- se que a órbita da Terra em torno do Sol muda de formato a cada 100.000 anos. A órbita em volta do Sol se torna mais ou menos elíptica nestes intervalos. O formato de uma órbita é estabelecido pela sua excentricidade. Outro importante aspecto relacionado é o ciclo de 41.000 anos da inclinação do eixo da Terra, o ciclo de Milankovitch.
As eras glaciais na Terra, também ocorrem ciclicamente, a cada 100.000 anos. Lisiecki sugere que o calendário das mudanças no clima e o histórico das mudanças em sua excentricidade têm sido coincidentes. “A clara correlação entre o momento de mudança na órbita e as mudanças no clima da Terra é uma forte evidência de uma ligação entre os dois”, disse Lisiecki. “É improvável que esses eventos não estejam relacionados entre si.”
Além de encontrar uma estreita ligação entre a mudança no formato da órbita e o início da glaciação, Lisiecki encontrou uma correlação surpreendente. Ela descobriu que os ciclos glaciais de maior duração ocorreram durante o período de menores mudanças na excentricidade da órbita da Terra e vice-versa.
Por outro lado ela constatou que as mudanças mais fortes na órbita da Terra se correlacionavam com as mudanças mais fracas no clima. “Isso pode significar que o clima da Terra tem uma instabilidade interna, além da sensibilidade às mudanças na órbita”, disse Lisiecki.
A geóloga conclui que o padrão de alterações climáticas ao longo dos últimos milhões de anos provavelmente envolve interações complexas entre as diferentes partes do sistema climático, bem como três diferentes sistemas orbitais. Os dois primeiros sistemas orbitais a serem considerados são a excentricidade da órbita e sua inclinação ou obliquidade. Outro elemento é a precessão, ou seja, as mudanças na orientação do eixo de rotação do planeta.
Para entender mais sobre estes fenômenos, recomendamos a leitura do artigo Precessão do Eixo da Terra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde se encontram as explanações descritas a seguir.
A precessão do eixo de rotação da Terra é causada pelas perturbações da Lua e do Sol na Terra. Ela faz que, na data de uma estação, a Terra esteja em uma posição diferente na órbita em torno do Sol, com o passar do tempo.
A precessão do periélio da Terra é causada principalmente pelas perturbações gravitacionais dos planetas gigantes, Júpiter e Saturno sobre a órbita da Terra; estas perturbações fazem que a precessão em relação ao Sol tenha um período de cerca de 21.000 a 23.000 anos, e não no período de 25.770 anos de precessão em relação às estrelas. Este efeito, da mudança da data de periélio, tem pouca influência nas estações.
Um outro efeito de muitos corpos é a variação da obliqüidade da eclíptica, em torno do valor médio de 23,4 com um período da ordem de 41 mil anos, conhecido como o ciclo de Milankovitch, proposto pela astrônomo sérvio Milutin Milankovitch (1879-1958) em 1920, para explicar as idades do gelo. As evidências indicam que o ciclo climático mais importante é da ordem de 100 mil anos, o que coincide com o ciclo de excentricidade.
Por outro lado, a variação em excentricidade constitui o fator que menos influencia a variação em insolação na Terra. Nota-se que a idade do gelo se reforça, pois quando a Terra está coberta de gelo ela reflete mais luz do Sol ao espaço, aumentando o esfriamento.
Não se pode reduzir o aquecimento global a um mero exercício astronômico. Obviamente, a ação deletéria de natureza antrópica ocorre e age sobre o clima. Mas ocorre uma multifatorialidade de interferências que torna a questão climática bem complexa.
Referências:
Nature Geoscience Links between eccentricity forcing and the 100,000-year glacial cycle por Lorraine E. Lisiecki
EurekAlert UCSB geologist discovers pattern in Earth’s long-term climate record
Science Daily Geologist Connects Regular Changes of Earth’s Orbital Cycle to Changes in Climate
UFRGS Precessão do Eixo da Terra

Dr. Roberto Naime, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.
Sugestão de leitura: Civilização Instantânea ou Felicidade Efervescente numa Gôndola ou na Tela de um Tablet [EBook Kindle], por Roberto Naime, na Amazon.

in EcoDebate, 09/03/2016

Resumo: Aquífero Guarani

Aquífero Guarani: uma reserva de água para o futuro?


Aquífero Guarani: uma reserva de água para o futuro? Entrevista especial com Cinthia Leone dos Santos

“O Aquífero Guarani é visto como uma reserva de água para o ‘futuro’, mas ele já é intensamente usado no Brasil há muitos anos, e o pior, de maneira irresponsável, com pouca fiscalização de poços clandestinos, poluição e exploração acima da capacidade de recarga das regiões”, afirma a jornalista.
Imagem: http://bit.ly/1S0lt6d

O acordo que regula a utilização das águas doAquífero Guarani, assinado entre Argentina,UruguaiParaguai eBrasil, “é o primeiro tratado do mundo sobre águas transfronteiriças assinado sem que um conflito bélico ou diplomático estivesse em curso” e “se destina, sobretudo, a determinar a titularidade do Aquífero Guarani, ou seja, dizer quem são os únicos donos dessa reserva”, informa Cinthia Leone dos Santos em entrevista concedida à IHU On-Line por e-mail.
Autora da dissertação de mestrado intitulada “Aquífero Guarani: atuação do Brasil na negociação do acordo”,Cinthia explica como aconteceram as negociações entre os quatro países, incentivadas pelo Uruguai. Segundo ela, “o Brasil foi membro que dificultou as negociações por temer ingerências dos outros três envolvendo a gestão de sua parte do Aquífero”.
Cinthia pontua que entre os pontos fracos do acordo, “o documento se dedica pouco à proteção ambiental do Guarani e muito mais a dizer quem são os donos e como eles podem dispor da água”.
Cinthia Leone dos Santos é graduada em Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – Procam, da Universidade de São Paulo. Atualmente é membro do Grupo de Pesquisa Laboratório de Geografia Política – GEOPO e assessora de imprensa da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
Confira a entrevista.
Imagem: Jornal GGN

IHU On-Line – Em que consiste o acordo que regula a utilização das águas do Aquífero Guarani? Quando e por quais razões ele foi elaborado?
Cinthia Leone dos Santos – Ele é o primeiro tratado do mundo sobre águas transfronteiriças assinado sem que um conflito bélico ou diplomático sobre ele estivesse em curso. Ele se destina, sobretudo, a determinar a titularidade do Aquífero Guarani, ou seja, dizer quem são os únicos donos dessa reserva. O documento também exclui a possibilidade de que disputas sobre o Guarani sejam levadas ao tribunal de Haia ou qualquer outro fórum internacional, indicando que essas desavenças só poderiam ser discutidas em um fórum próprio.
IHU On-Line – Como se deu a negociação deste acordo? Pode comentar e explicar seus principais momentos?
Cinthia Leone dos Santos – No momento em que as negociações sobre o acordo foram iniciadas, havia um debate na comissão de direito internacional da ONU sobre a titularidade dos Aquíferos transfronteiriços. Uma corrente de diplomatas defendia que essas reservas fossem consideradas águas internacionais. A motivação inicial para a criação do acordo foi, então, fazer um documento que se opusesse a essa visão e antecipasse uma legislação sobre o tema. Por isso a titularidade e a determinação de quem pode legislar sobre o Aquífero foram os pontos fundamentais do documento.
IHU On-Line – Como se deu a atuação do Brasil e dos representantes do Uruguai, Argentina e Paraguai na negociação deste acordo? Que pontos cada um dos países levantou durante a negociação?
Cinthia Leone dos Santos – O Uruguai foi o país que buscou convencer os demais sobre a necessidade do acordo. A Argentina estava excessivamente preocupada com possíveis danos que uma parte poderia causar à outra e as disputas decorrentes disso. O Paraguai não teve uma atuação tão expressiva. O Brasil foi membro que dificultou as negociações por temer ingerências dos outros três envolvendo a gestão de sua parte do Aquífero.
Localização do Aquífero Guarani
Imagem: www.movimentocyan.com.br
IHU On-Line – Que informações técnicas subsidiaram o acordo?
Cinthia Leone dos Santos – As informações técnicas vieram sobretudo do projeto SAG, realizado por estudiosos dos quatro países e financiados pelo Banco Mundial. Com esse estudo foi possível saber, por exemplo, que a retirada de água em um ponto do Aquífero não afeta a disponibilidade em outro ponto, no país vizinho. Esse tipo de dado foi fundamental para que se pudesse ter um tratado sobre o Guarani.
IHU On-Line – Quais são os pontos fortes e os pontos fracos do acordo?
Cinthia Leone dos Santos – Os pontos fortes foram esses que já destaquei. O ponto fraco é que o documento se dedica pouco à proteção ambiental do Guarani e muito mais a dizer quem são os donos e como eles podem dispor da água.
IHU On-Line – Por que Argentina e Uruguai já ratificaram o acordo, enquanto Brasil e Paraguai ainda não?
Cinthia Leone dos Santos – Argentina e Uruguai se esforçaram pela obtenção do acordo, conforme os documentos analisados pela minha dissertação. O Paraguai, para quem o tema a princípio era neutro, viveu após a criação do tratado uma grande turbulência política, com um golpe civil que destituiu o presidente e fez com que o país fosse expulso do Mercosul. Essa expulsão indignou os que tomaram posse por meio do golpe, e assim eles passaram a rejeitar no Congresso diferentes projetos de lei relacionados a países do bloco como forma de retaliação, e entre esses projetos estava o acordo do Guarani. Ou seja, a não ratificação por lá se deu pela contaminação do tema pela pauta política. Como, desde então, a democracia paraguaia não se recuperou plenamente, não houve espaço para uma nova discussão do tema.
No Brasil, o que podemos é especular. Há quem defenda que o Congresso brasileiro não teve tempo para levar o acordo à votação, mas sabendo que a diplomacia brasileira considera a negociação do acordo um precedente negativo, como mostram as correspondências diplomáticas e estudos sobre o episódio feitos pelo próprio Itamaraty. Pode ser que o Ministério das Relações Exteriores – MRE tenha recomendado a não ratificação. Mas, de novo, isso é especulação.

“Se fosse ratificado, o acordo criaria um órgão capaz de centralizar dados científicos e de gestão, inclusive para capacitação técnica de agentes públicos”

IHU On-Line – Quais são os desdobramentos políticos e ambientais desse acordo?
Cinthia Leone dos Santos – Se fosse ratificado, o acordo criaria um órgão capaz de centralizar dados científicos e de gestão, inclusive para capacitação técnica de agentes públicos. Essa seria a principal consequência do ponto de vista ambiental. No campo político, os documentos mostram que os diplomatas brasileiros veem no episódio precedente negativo no que diz respeito à ingerência dos vizinhos. Ou seja, ele pode influenciar negativamente futuras discussões sobre recursos naturais transfronteiriços.
IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?
Cinthia Leone dos Santos – O Aquífero Guarani é visto como uma reserva de água para o “futuro”, mas ele já é intensamente usado no Brasil há muitos anos, e o pior, de maneira irresponsável, com pouca fiscalização de poços clandestinos, poluição e exploração acima da capacidade de recarga das regiões.
Durante as negociações, o Brasil demonstrou que teme ingerência estrangeira sobre sua porção do sistema Aquífero Guarani, incluindo uma desconfiança contra os outros donos do Guarani. Ainda sobrevive uma ideia de que alguém quer tomar nossa enorme porção de água, mas a grande ameaça ao Aquífero hoje é a nossa própria gestão irregular.
Por Patricia Fachin
(EcoDebate, 16/03/2016) publicado pela IHU On-line, parceira editorial da revista eletrônica EcoDebate na socialização da informação.
[IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]

Exercícios 9° ano: Segunda Guerra Mundial

1. Podemos apontar como uma das principais causas da Segunda Guerra Mundial:

A - A rivalidade política e militar entre Alemanha e Itália no final da década de 1930.
B - O surgimento e fortalecimento, na década de 1930, de governos totalitários na Europa, com objetivos expansionistas e militaristas.
C - A política expansionista da França, que invadiu e conquistou vários territórios na Europa e na África no final da década de 1930.
D - A aliança militar estabelecida por Itália, Alemanha e Estados Unidos no começo da década de 1930.

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2. Qual das alternativas abaixo aponta o marco inicial da Segunda Guerra Mundial?

A - O ataque do Japão à base militar norte-americana de Pearl Harbor.
B - Os diversos bombardeios britânicos a várias cidades alemãs.
C - A invasão da Polônia pelas forças armadas da Alemanha em 1º de setembro de 1939.
D - O estabelecimento de acordos militares entre Alemanha, Itália e Japão.

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3. Na Segunda Guerra Mundial, o bloco militar conhecido como Eixo era composto pelos seguintes países:

A - Alemanha, Itália e Japão.
B - França, Inglaterra e Estados Unidos.
C - Alemanha, Itália e Rússia.
D - Inglaterra, Estados Unidos e Rússia.

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4. Sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, é verdadeiro afirmar que:

A - O Brasil participou enviando apenas medicamentos e médicos para ajudar os feridos de guerra das tropas aliadas.
B - O Brasil ficou ao lado do Eixo e enviou soldados que combateram as forças aliadas em território italiano. 
C - O Brasil participou apenas fazendo a proteção do litoral e enviando armamentos às forças aliadas.
D - O Brasil enviou soldados que combateram ao lado dos Aliados, principalmente em territórios da Itália.

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5. Sobre o final da Segunda Guerra Mundial, é verdadeiro afirmar que:

A - Estados Unidos e Grã-Bretanha foram os países derrotados e tiveram que reconhecer o domínio alemão na Europa.
B - Embora a guerra tenha terminado em 1945, o Japão assinou a rendição apenas em 1948.
C - Alemanha, Itália e Japão saíram derrotados, marcando o fim dos governos fascistas na Europa.
D - Japão, Estados Unidos e França foram os países que mais saíram fortalecidos politicamente após a Segunda Guerra Mundial.




Respostas das questões:

1. B | 2. C | 3. A | 4. D | 5. C